Evento de Verão Crossjoin 2019

8 de agosto de 2019

Crossers pelo mundo: a história do Rafael

8 de agosto de 2019

8 de agosto de 2019

Crossjoin: Inovação Presencial

 

por André Simões, João Abreu, Tiago Alcobia / Equipa AMS  

A Crossjoin AMS tem participado ativamente em vários eventos tecnológicos, com o objetivo principal de aprender e partilhar conhecimentos, ao mesmo tempo que tem a oportunidade de estabelecer contactos com programadores com interesses semelhantes, falar-lhes um pouco sobre o nosso trabalho e debater o desenvolvimento de produtos.

SOBRE A EQUIPA AMS

A equipa de Serviços Geridos de Aplicações (AMS) é um ramo de desenvolvimento da Crossjoin que teve início com o desenvolvimento do nosso próprio produto 100%, criado internamente: o X-Viewer. Atualmente, responde também a quaisquer necessidades de desenvolvimento dos clientes através de um modelo nearshore/offshore económico, que permite aos nossos clientes ampliar rapidamente as suas equipas de desenvolvimento, oferecendo soluções «chave na mão», desenvolvendo aplicações à medida, realizando avaliações de arquitetura e de planos de desenvolvimento, prestando consultoria em UI/UX e respondendo a necessidades de formação. Saiba mais em https://www.crossjoin.pt/services/development/

LANDING FESTIVAL 2019

O festival incluiu o salão principal onde as empresas tinham os seus stands e dois palcos onde foram feitas apresentações sobre vários temas. O evento dura 2 dias e inclui até uma festa num barco. Naturalmente, o festival focou-se bastante nas atuais tendências tecnológicas, Javascript/desenvolvimento Web, Inteligência Artificial, a forma como as empresas estão a implementar Agile/DevOps para escalar equipas e como a tendência de contratação/trabalho remoto parece estar a crescer.
As soluções "cloud native", preparadas para IoT e compatíveis com microsserviços são obrigatórias hoje em dia se o objetivo do produto for ser atraente para o público. Quem é que ainda se lembra da arquitetura SOA? 🙂 Felizmente, os termos blockchain e Big Data não foram demasiado utilizados este ano, uma vez que a sua aplicabilidade parece ter encontrado o nicho certo.

Eis os principais pontos das apresentações a que assistimos:

  • A Inteligência Artificial (IA) e a Aprendizagem Automática estão a ser utilizadas de formas muito produtivas, por exemplo: a EDP está a utilizá-las para prever, juntamente com a tecnologia LIDAR, como a vegetação irá crescer/expandir-se em redor dos seus postes e transformadores de distribuição de eletricidade por todo o país, e como estão a prever o consumo de eletricidade ao longo do ano em cada região onde estão presentes;
  • Chatbots competentes capazes de responder a algumas das dúvidas comuns que os clientes têm ao utilizar um produto. É a evolução natural das FAQs (Perguntas Frequentes) e pode poupar um grande volume de chamadas aos centros de atendimento se forem utilizados os algoritmos corretos de semântica/PNL (Processamento de Linguagem Natural);
    Embora os frameworks web se tenham tornado populares recentemente, habituámo-nos a ter muita largura de banda e dispositivos modernos disponíveis nos países de primeiro mundo que conseguem processar estes frameworks pesados
  • A acessibilidade é também algo que é frequentemente esquecido ao desenhar aplicações/sites web. Os programadores devem avaliar sempre o poder do HTML5 e de CSS simples e evitar frameworks de JavaScript pesadas que não incluem acessibilidade por predefinição;
  • Outra palestra relacionada abordou também o design emocional, que é o conceito de desenhar para além de um site utilizável, fiável e funcional. Um produto deve ser agradável e conveniente, existindo várias dicas sobre como o tornar assim. Por exemplo, a gamificação, gestos simples como alterar a forma como é pedido a um utilizador que execute uma tarefa, surpreender o utilizador com funcionalidades de novidade constante e utilizar o humor podem contribuir largamente para a fidelização do utilizador;
  • A Pipedrive (plataforma de CRM/gestão de pipeline de vendas) explicou a sua experiência na implementação dos conceitos de tribos como parte da sua metodologia ágil. As tribos, juntamente com as *squads*, os capítulos e as guildas, são uma forma de organizar pessoas numa organização ágil para produzir diferentes benefícios.
    Uma vez por semana, toda a gente no escritório reúne-se para assistir a apresentações de propostas que podem ser feitas por qualquer pessoa sobre a implementação de uma determinada funcionalidade (uma missão). O objetivo desta apresentação é recrutar programadores, formar uma pequena equipa multidisciplinar e desenvolver uma funcionalidade num curto período de tempo (1-3 meses). Isto permite rodar e fazer crescer as pessoas, partilhar conhecimento e impulsionar a inovação;
  • Também tivemos a oportunidade de ficar a saber mais sobre várias alternativas que poderíamos adotar nos nossos próprios produtos, por exemplo, o MobX para a gestão de estado como alternativa ao Redux e como adotar o React Native para criar aplicações móveis híbridas com uma equipa já com experiência em React;

Obviamente, o festival também serve para divertir e para interagir com as empresas, aprender o que estão a construir e partilhar algum feedback.
A forma que as empresas utilizam para aumentar o envolvimento é através da realização de concursos com prémios, por isso, claro que tivemos de participar e bater alguns recordes pelo caminho, seja em Realidade Virtual, construção rápida com Lego e até conquistando o título em batalhas de código.

ENCONTROS REQUIRE(‘LX’)

Os Meetups são grupos online que organizam eventos presenciais para pessoas com interesses semelhantes. Cada evento é composto por apresentações de tecnologia e, no final, há a oportunidade de fazer networking com outros membros. Como utilizamos intensamente Node e JavaScript no nosso produto, o grupo Require(‘lx’) pareceu um dos mais relevantes para participar.

Tem sido excelente poder validar muitas das nossas decisões internas para a pilha tecnológica do X-Viewer, não só adotando a programação funcional em React, mas também escolhendo GraphQL para a API dos nossos serviços e ObjectionJS para definir modelos a ser usados em conjunto com o Knex no *backend*. Por outro lado, estamos a seguir as melhores práticas de desenvolvimento que são atualmente adotadas e a tomar todos os passos necessários para caminhar em direção a um produto potenciado por IA. Globalmente, estes *meetups* ajudam os participantes a manterem-se a par das últimas tendências no desenvolvimento em Javascript e, até agora, a experiência tem sido muito positiva.

O QUE SE SEGUES?

A Crossjoin tem prevista a sua participação nos seguintes eventos:
Oracle Users Group Portugal, Amazon AWS Innovation 2019 e Neo4J GraphConnect 2019, entre outros meetups e hackathons...
Continuaremos a investir ativamente na formação da nossa equipa e a acompanhar as tecnologias de ponta e as últimas tendências de desenvolvimento para as aplicarmos em benefício dos nossos clientes. Até breve!

Atualmente, na Crossjoin, estamos a apoiar os nossos clientes nas implementações de 5G e no seu plano de ação para a IoT (Internet das Coisas). A densidade e a velocidade são os fatores determinantes: o 5G promete 20 Gbps contra 1 Gbps do 4G e cerca de 1 milhão de dispositivos ligados por quilómetro quadrado contra 4 000 dispositivos do 4G. Prevê-se que o 4G atinja o seu limite técnico por volta de 2025 e que o 5G deva dar resposta às necessidades dos clientes e do setor até cerca de 2035 (é também necessário algum retorno do investimento para impulsionar o próximo objetivo).

 

por André Simões, João Abreu, Tiago Alcobia / Equipa AMS  

A Crossjoin AMS tem participado ativamente em vários eventos tecnológicos, com o objetivo principal de aprender e partilhar conhecimentos, ao mesmo tempo que tem a oportunidade de estabelecer contactos com programadores com interesses semelhantes, falar-lhes um pouco sobre o nosso trabalho e debater o desenvolvimento de produtos.

SOBRE A EQUIPA AMS

A equipa de Serviços Geridos de Aplicações (AMS) é um ramo de desenvolvimento da Crossjoin que teve início com o desenvolvimento do nosso próprio produto 100%, criado internamente: o X-Viewer. Atualmente, responde também a quaisquer necessidades de desenvolvimento dos clientes através de um modelo nearshore/offshore económico, que permite aos nossos clientes ampliar rapidamente as suas equipas de desenvolvimento, oferecendo soluções «chave na mão», desenvolvendo aplicações à medida, realizando avaliações de arquitetura e de planos de desenvolvimento, prestando consultoria em UI/UX e respondendo a necessidades de formação. Saiba mais em https://www.crossjoin.pt/services/development/

LANDING FESTIVAL 2019

O festival incluiu o salão principal onde as empresas tinham os seus stands e dois palcos onde foram feitas apresentações sobre vários temas. O evento dura 2 dias e inclui até uma festa num barco. Naturalmente, o festival focou-se bastante nas atuais tendências tecnológicas, Javascript/desenvolvimento Web, Inteligência Artificial, a forma como as empresas estão a implementar Agile/DevOps para escalar equipas e como a tendência de contratação/trabalho remoto parece estar a crescer.
As soluções "cloud native", preparadas para IoT e compatíveis com microsserviços são obrigatórias hoje em dia se o objetivo do produto for ser atraente para o público. Quem é que ainda se lembra da arquitetura SOA? 🙂 Felizmente, os termos blockchain e Big Data não foram demasiado utilizados este ano, uma vez que a sua aplicabilidade parece ter encontrado o nicho certo.

Eis os principais pontos das apresentações a que assistimos:

  • A Inteligência Artificial (IA) e a Aprendizagem Automática estão a ser utilizadas de formas muito produtivas, por exemplo: a EDP está a utilizá-las para prever, juntamente com a tecnologia LIDAR, como a vegetação irá crescer/expandir-se em redor dos seus postes e transformadores de distribuição de eletricidade por todo o país, e como estão a prever o consumo de eletricidade ao longo do ano em cada região onde estão presentes;
  • Chatbots competentes capazes de responder a algumas das dúvidas comuns que os clientes têm ao utilizar um produto. É a evolução natural das FAQs (Perguntas Frequentes) e pode poupar um grande volume de chamadas aos centros de atendimento se forem utilizados os algoritmos corretos de semântica/PNL (Processamento de Linguagem Natural);
    Embora os frameworks web se tenham tornado populares recentemente, habituámo-nos a ter muita largura de banda e dispositivos modernos disponíveis nos países de primeiro mundo que conseguem processar estes frameworks pesados
  • A acessibilidade é também algo que é frequentemente esquecido ao desenhar aplicações/sites web. Os programadores devem avaliar sempre o poder do HTML5 e de CSS simples e evitar frameworks de JavaScript pesadas que não incluem acessibilidade por predefinição;
  • Outra palestra relacionada abordou também o design emocional, que é o conceito de desenhar para além de um site utilizável, fiável e funcional. Um produto deve ser agradável e conveniente, existindo várias dicas sobre como o tornar assim. Por exemplo, a gamificação, gestos simples como alterar a forma como é pedido a um utilizador que execute uma tarefa, surpreender o utilizador com funcionalidades de novidade constante e utilizar o humor podem contribuir largamente para a fidelização do utilizador;
  • A Pipedrive (plataforma de CRM/gestão de pipeline de vendas) explicou a sua experiência na implementação dos conceitos de tribos como parte da sua metodologia ágil. As tribos, juntamente com as *squads*, os capítulos e as guildas, são uma forma de organizar pessoas numa organização ágil para produzir diferentes benefícios.
    Uma vez por semana, toda a gente no escritório reúne-se para assistir a apresentações de propostas que podem ser feitas por qualquer pessoa sobre a implementação de uma determinada funcionalidade (uma missão). O objetivo desta apresentação é recrutar programadores, formar uma pequena equipa multidisciplinar e desenvolver uma funcionalidade num curto período de tempo (1-3 meses). Isto permite rodar e fazer crescer as pessoas, partilhar conhecimento e impulsionar a inovação;
  • Também tivemos a oportunidade de ficar a saber mais sobre várias alternativas que poderíamos adotar nos nossos próprios produtos, por exemplo, o MobX para a gestão de estado como alternativa ao Redux e como adotar o React Native para criar aplicações móveis híbridas com uma equipa já com experiência em React;

Obviamente, o festival também serve para divertir e para interagir com as empresas, aprender o que estão a construir e partilhar algum feedback.
A forma que as empresas utilizam para aumentar o envolvimento é através da realização de concursos com prémios, por isso, claro que tivemos de participar e bater alguns recordes pelo caminho, seja em Realidade Virtual, construção rápida com Lego e até conquistando o título em batalhas de código.

ENCONTROS REQUIRE(‘LX’)

Os Meetups são grupos online que organizam eventos presenciais para pessoas com interesses semelhantes. Cada evento é composto por apresentações de tecnologia e, no final, há a oportunidade de fazer networking com outros membros. Como utilizamos intensamente Node e JavaScript no nosso produto, o grupo Require(‘lx’) pareceu um dos mais relevantes para participar.

Tem sido excelente poder validar muitas das nossas decisões internas para a pilha tecnológica do X-Viewer, não só adotando a programação funcional em React, mas também escolhendo GraphQL para a API dos nossos serviços e ObjectionJS para definir modelos a ser usados em conjunto com o Knex no *backend*. Por outro lado, estamos a seguir as melhores práticas de desenvolvimento que são atualmente adotadas e a tomar todos os passos necessários para caminhar em direção a um produto potenciado por IA. Globalmente, estes *meetups* ajudam os participantes a manterem-se a par das últimas tendências no desenvolvimento em Javascript e, até agora, a experiência tem sido muito positiva.

O QUE SE SEGUES?

A Crossjoin tem prevista a sua participação nos seguintes eventos:
Oracle Users Group Portugal, Amazon AWS Innovation 2019 e Neo4J GraphConnect 2019, entre outros meetups e hackathons...
Continuaremos a investir ativamente na formação da nossa equipa e a acompanhar as tecnologias de ponta e as últimas tendências de desenvolvimento para as aplicarmos em benefício dos nossos clientes. Até breve!

Atualmente, na Crossjoin, estamos a apoiar os nossos clientes nas implementações de 5G e no seu plano de ação para a IoT (Internet das Coisas). A densidade e a velocidade são os fatores determinantes: o 5G promete 20 Gbps contra 1 Gbps do 4G e cerca de 1 milhão de dispositivos ligados por quilómetro quadrado contra 4 000 dispositivos do 4G. Prevê-se que o 4G atinja o seu limite técnico por volta de 2025 e que o 5G deva dar resposta às necessidades dos clientes e do setor até cerca de 2035 (é também necessário algum retorno do investimento para impulsionar o próximo objetivo).

Crossjoin Solutions

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